quarta-feira, 6 de agosto de 2008

Não viemos ao mundo por acaso


Não viemos ao mundo por acaso, simplesmente por vir. Temos um lugar a ocupar, um papel à espera, uma missão a cumprir.
Um apelo nos é feito a cada instante e a nossa resposta é urgente inadiável.
Esta é a responsabilidade de cada um; a certeza de que somos insubstituíveis, na íntegra, porque ninguém é igual a ninguém, pessoa alguma é igual a mim e você.
O meu sim é diferente do seu, assim como a sua história é diferente da minha.
A sua maneira de ser é só sua e você pode decidir de um modo ímpar em relação ao todo.
Mas embora únicos não viemos separados.
Fazemos parte de um bloco, uma gigantesca engrenagem, que dependem de cada um, isoladamente.
Há uma ação constante e permanente, de cada um com o todo.
O mundo a humanidade, dependem da minha decisão, da sua ação e do seu amor. Se você se esquivar, se você negar a sua parte, haverá uma lacuna e ninguém poderá preenchê-la.
O que é seu, só você mesmo pode dar. Porque você é único.
O mundo somos nós, nós somos a humanidade. Todos somos iguais. O importante é a união, estarmos interagindo.
O mal do nosso tempo - o nosso mal - é acusar o mundo e a humanidade como se não fizéssemos parte dele e fôssemos, tão somente, simples espectadores.






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